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A democratização de grifes famosas adotada por grandes redes de “Fast Fashion”

Há algum tempo essas grandes marcas vêm desenvolvendo uma parceria incrível com os grandes estilistas. E, a cada temporada um profissional é convidado para participar da criação e elaboração de suas peças, tanto para o público feminino quanto o masculino. Eles se envolvem em todo o processo, desde a escolha dos tecidos. E o resultado é excelente para todos: ganham os consumidores, que adquirem belas roupas com o que há de mais atual no universo fashion, ganham as lojas, que aumentam suas vendas, e ganha à moda, que se torna mais democrática. 

O conceito de “Fast Fashion” é simples: levar às marcas populares o que é apresentado no mercado de luxo de maneira rápida, ou seja, logo que a tendência surge nos desfiles da temporada. O diferencial “fica por conta do preço, bem mais acessível”. Esse é um conceito que democratiza o consumo de moda, pois atende aos consumidores que dificilmente teriam acesso às grifes luxuosas, de usarem a última moda – minha mãe falava assim!!!

No Brasil a Riachuelo, por exemplo, já lançou peças assinadas por grandes nomes da moda, como Fause Hauten, Oskar Metsavaht, Cris Barros e DasLu. A C&A, por sua vez, apresentou coleções de Reinaldo Lourenço, Renato Kherlakian, Isabela Capeto, Stella McCartney, Glória Coelho, Adriana Barra e – pasmem – Uma coleção bapho com o Roberto Cavalli.

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E os burburinhos em torno de mais uma parceria do projeto C&A Collection começaram: uma coleção cápsula de Lilly Sarti, que chega às lojas agora em Maio vai levar as antenadas e as phinas a visitarem o mesmo espaço.